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Proudhon e a Europa

Francisco Trindade, 02.08.2003 23:22


Proudhon e a Europa


Proudhon e a Europa


É a partir de uma longa reflexão sobre a questão das nacionalidades tão delicada do seu tempo e desde já temível, que Proudhon veio à Europa.
Desde a época dos seus primeiros escritos, desde então as suas reflexões sobre a propriedade parecem monopolizá-lo, ele confia a um amigo o seu desejo de compreender, desde que ele o possa, suas procuras para o bem de outros assuntos, entre os quais ele inscreve ?a psicologia das nações?. Suas obras posteriores não transmitem vestígio mas pode-se acreditar que a sua curiosidade universal registaria desde já, quase sem ele saber, as observações que transportarão muito mais tarde os seus frutos.
Em 1848, ele cede ? com uma exaltação com a qual ele se denunciará, não sem excesso de outro modo, por consequência ? ao admirável ambiente pela causa da liberação dos povos. Como, efectivamente, o seu sentido profundo das autonomias, o seu culto pela liberdade e pela justiça, não teriam eles arrastado àquele entusiasmo aos olhos do grande impulso que parecia erguer a Europa contra as opressões seculares? O movimento admiravelmente ganha, escreve ele. Diz-se que a Bélgica está constituída numa república (?). Com a Bélgica, a Suíça, a Itália em breve, existirá uma federação de repúblicas bem grandiosa para pronunciar a guerra estrangeira quase impossível?. E, na carta seguinte, ele argumenta o seu pensamento; ?Como eu vos dizia, a confederação das repúblicas europeias forma-se e nós não teremos diante de nós a questão social. É certo.?.

Apresentamos a Actualização de Agosto do site  http://www.franciscotrindade.com
Com a introdução de um novo texto intitulado
Proudhon e a Europa
Procurar pelo link Novidades
Segue-se excerto do texto que pode ser lido na íntegra em  http://www.franciscotrindade.com.
Responsável técnico máximo, como de costume
José Carlos Fortuna.
Saudações proudhonianas
Até breve
Francisco Trindade






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